Adoro brincar com sotaques e sou perfeccionista, então, observações são bem-vindas!
Na Technologica fiz sotaque francês e junto mostro uma espera telefônica:
Em Cuiabá há uma expressão de uso corrente, "até doce" (costumam esticar a letra O ao falar), usada situações específicas, sinônimo de "coisa boa". Aí ficou uma versão "afrancesada".
Uma das particularidades de se trabalhar com audiovisual é que a gente nem sempre sabe como ficará o produto final. Neste caso, ficou engraçado. E o serviço é uma idéia bem bacana. Tava na hora de o RS ter algo assim.
Sempre admirei as pessoas capazes de conduzir ou conceder uma boa entrevista. Considero uma proeza a arte de sentar em frente a alguém, fazer-lhe perguntas e tirar daí algo interessante. Engatinhando nessa atividade tenho me divertido muito e, sobretudo, aprendido muito. Dois exemplos são as entrevistas com Luís Augusto Fischer e Fernando Eichenberg.
Trabalhar com a Mocita Fagundes está longe de ser algo corriqueiro. Desde o humor dela até a capacidade que tem de tirar da gente o melhor - em termos de atuação - que podemos dar. Cuidadosa com toda a equipe, gentil e enérgica. Sabe bem o que quer e quando vi estes dois filmes de Angeloni prontos pensei "era eu?". Na época eu não tinha muito o jeitão pra varejo e ela me fez perceber muita coisa bacana em acting e em postura profissional.
O link tem ainda outro filme que não é dela, mas foi uma delícia ter feito este outro trabalho com uma amiga tão querida quanto a Marcia Caspary.
Um dos amigos mais queridos que tenho hoje é o generosíssimo e muito talentoso FÁBIO TOMASINI. Adjetivos tornariam este post uma pequena biografia e não fariam jus a ele. Menos ainda colocar apenas um link para mostrar o trabalho primoroso e muito interessado de ator em cinema, televisão, teatro. Fomos apresentados à distância pelo querido Marco Froncowiack, não menos talentoso. Rasgações de seda à parte, aprende-se muito com Fábio sobre tudo! E foi sobre dublagem que começamos a conversar e entabulamos uma amizade. Foi com direção dele que fiz alguns trabalhos já fora do ambiente de aula. E foi com Fábio (que pode ser visto na série Mulher de Fases da HBO) que tive oportunidades como de participar deste experimento em cinema, com Rafael Botas, de quem - tenho certeza - ainda ouviremos falar muito.
Ainda tateando no mercado publicitário de SP, fiz contato (por indicação do querido amigo ator e fotógrafo Camilo Brunelli) com a Nossa Senhora do Casting e mandei CV e fotos. Elas pediram que eu fosse numa determinada data pra fazer meu cadastro. Só que no dia seguinte a esse contato ligaram falando que entrara um teste que era "a minha cara" e perguntavam se me importava de ir sem cadastro na agência - imagina! No dia seguinte, eu tava quase desistindo pois tava em cima da hora de término do teste e o ônibus não vinha... Pronto, vou de taxi! Cheguei na hora do apito final... E não é que peguei o trabalho?